quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

O amor de quatro patas

O amor de quatro patas. Cresci numa quinta rodeada de animais, de pequeno porte, de grande porte e animais domésticos.  Com os animais domésticos, brinquei, dormi, melhor dizendo eu era uma criança feliz com os meus amiguinhos.

Com 10 anos fui para Luanda até casar vivi rodeada de animais, um sagui, uma arara e muitos cavalos. O sagui que me roía as sandálias e me escondia as roupas. A arara que me acordava todos os dias imitando a voz da minha mãe para eu me levantar e ir ao pão. Os cavalos esses eram a minha paixão, sentia-me uma menina forte quando os montava, e corria pelos campos, com eles ganhei muitas medalhas em competições. 
Na maternidade quando nos colocam um filho acabado de nascer nos braços, é uma sensação tão boa, que esquecemos todo o resto, até os sonhos. Como um nico de gente tem tanto puder? A partir daí e também por razões da independência esse sonho acabou, mas o amor pelos cavalos esse jamais morrerá.

O amor de quatro patas continua mas diferente. Hoje morando numa cidade nos ditos caixotes de tijolos e cimento com uma casa pequena não posso tê-los. Aproveito quando os meus netinhos adotados vêm cá para casa nas férias.Vejam! 







O amor de quatro patas. Um  amigo não se compra adota-se. É melhor ter um cachorro amigo do que ter um amigo cachorro (Fabricio Bravim Melloti).

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